sexta-feira, 9 de outubro de 2015

CAROL LIMª + ARQUITETURªS







A Importância da Construção Sustentável


A construção sustentável é a solução para muitos dos problemas e deve urgentemente tornar-se a norma, porque salvaguarda o conforto salubridade dos que a habitam. Garante uma utilização racional de todos os recursos (durante a construção, a operação e em fim de vida dos edifícios) e protege e potencia o bom desempenho dos ecossistemas.
O nosso primeiro contributo é ganhar consciência do impacto ambiental de todos os nossos gestos e práticas, sabendo que podem ser sempre melhorados. Por isso é nossa responsabilidade procurar a informação que precisamos para melhorarmos as nossas vidas quotidianas.
O Meio edificado é o principal responsável pelas emissões de gases com efeito estufa porque, por si só e à escala do planeta, consome quase metade da energia produzida.
Estas boas práticas, reunidas sob o cabeçalho da Construção Sustentável, devem corresponder à especificidade do contexto climático, cultural e comportamental no qual se exercem e devem, simultaneamente, contribuir para aumentar a qualidade de vida (saúde e bem-estar) de todas as pessoas, enquanto utilizadoras do meio edificado hoje amanhã. O meio edificado precisa de interagir positivamente com clima, enquanto os recursos renováveis devem ser integrados, de forma inteligente e eficiente, nas redes de abastecimento de energia de água e nos materiais que utilizamos.
Uma boa concepção na construção de edifício proporciona uma boa interação entre o edifício e o clima e aumenta a eficiência da utilização de recursos não renováveis ao longo da sua vida útil.
Temos que enfrentar e desmontar as barreiras que mais fortemente afetam o setor da construção e que funcionam a desfavor da implementação de medidas que promovem a melhoria do desempenho energético-ambiental do meio edificado:
1. A falta de conhecimento do impacto energético-ambiental que as atuais práticas da construção;
2. A informação e o know-how relevantes para inverter as tendências não estão bem disponíveis para os principais atores do setor da construção;
3. A ausência de coerência na mensagem política confunde tanto o setor da construção como o mercado;
4. A gestão nacional, regional e local, com os seus processos extremamente burocráticos de licenciamento, dedica-se à verificação de conformidades e não à gestão de oportunidades;
5. Por não ter tornado ainda prática comum o diálogo permanente, continuo e interdisciplinar entre todos os elementos da equipa de projeto e de realização operação de edifícios, diálogo essencial para o alargamento de boas práticas, pelo que é indispensável alargar-se a cultura de multidisciplinaridade nas equipas de planeamento de projeto;
O impacto negativo da ausência de condições de salubridade e de conforto no interior dos edifícios não afeta apenas a qualidade de vida das pessoas, mas também a economia do país, porque uma sociedade baseada no consumo, como a nossa, apenas pode ter sucesso se for produtiva. Enquanto elementos integrantes de uma comunidade econômica, o fato da produtividade das pessoas poder aumentar em 15% quando as condições de conforto ambiental são boas e também determinante.
Para criar ambientes interiores salubres e confortáveis, é essencial o bom relacionamento do edifício com o clima com ou contexto físico em que está inserido. Na essência depende da permeabilidade seletiva do edifício e da sua capacidade adequada para acumular absorver:
1. O calor ou o frio que estão disponíveis no exterior – quanta desta ‘energia’ proveniente do exterior deve entrar, quanta deve ser imediatamente libertada e quanta deve ser acumulada no interior para ser libertada mais tarde, quando o seu efeito for desejado, e quanta deverá ser rejeitada porque não é desejada no interior;
2. O ar no exterior (contendo impurezas e poluentes nocivos) – que vem renovar o interior. Quantas das impurezas são respiradas pelos utilizadores?
3. A iluminação natural disponível no exterior. Qual a capacidade que o edifício oferece para controlar a quantidade e a qualidade da iluminação natural que penetra do exterior. Num clima tão favorável à implementação das tecnologias solares passivas e ativas, torna- se difícil compreender, na construção, que a exploração dessas oportunidades que estão ao alcance de todos seja um comportamento apenas por exceção.
Uma utilização racional dos recursos naturais (materiais e resíduos). Inclui selecionar os materiais para a construção ao levar em consideração a sua durabilidade, o potencial de reutilização e de reciclagem e o seu impacto sobre a qualidade do ar no interior. Mas nem sempre é fácil avaliar o impacto ambiental global de um determinado material ou sistema, porque a informação relevante não está disponível. É relevante considerar o ciclo de vida dos materiais e dos sistemas que são utilizados nos edifícios.
Os critérios que devem reger todo o consumo de utilização de energia e de materiais passam por cinco critérios a ponderar, sempre que se especificam materiais:
REDUZIR: questionar-se os materiais especificados são efetivamente necessários para a otimização do desempenho energético-ambiental do edificado durante toda a sua vida?
REUTILIZAR: questionar se os materiais especificados são provenientes de demolições ou de desmontagens e se são instalados de forma a poderem vir a ser reutilizados no fim da vida do edifício?
RECICLAR: questionar, se antes de substituir os materiais, se é possível considerar a sua recuperação?
ELIMINAÇÃO RESPONSÁVEL: questionar se estão a ser eliminados apenas aqueles materiais que, efetivamente, não têm outro destino possível e se a sua eliminação não está a causar problemas ambientais?
Alguns exemplos de Construções sustentáveis:




Por: Gilmar Oliveira

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Sustentabilidade, a moda da sobrevivência.


A crise planetária do meio ambiente provocada pelo aquecimento global e por inúmeras catástrofes climáticas que estão se tornando cada vez mais frequentes; fez com que uma luz de alerta de acendesse na humanidade e a busca por soluções e formas de tornar nossa convivência com a natureza mais harmônica e mais agradável para ambos os lados. Não há uma fórmula mágica para resolver esse problema que preocupa a uma grande parte da população mundial e cientistas de várias nacionalidades. Reduzir nossa sanha consumista e entender que devemos tratar com respeito à natureza que pode, sem aviso, simplesmente decretar nossa extinção ao nos negar os recursos mais básicos para nossa existência.Isso e outras ações começaram a provocar mudanças na forma de pensar de empresários e empreendedores ao redor do mundo e a consciência ecológica tomou corpo e cresceu por toda parte. Assim, nasceram os imóveis sustentáveis como uma opção para moradia ecologicamente correta e que respeitasse o meio ambiente desde o momento em que fossem planejados.Mas seria necessário viver em imóveis rústicos e sem conforto algum apenas para respeitar o meio ambiente e viver com mais harmonia com a natureza? De forma alguma. Muitos arquitetos se debruçaram sobre as suas pranchetas e perderam horas e horas de sono imaginando uma forma de como tornar um condomínio sustentável sem necessariamente serem obrigados a transformá-los em casas rústicas e de pouco conforto.A linha do imóvel sustentável que venceu essa barreira do estereótipo; pretende tornar o condomínio sustentável muito mais parecido com u m clube ou um “resort” do que, propriamente, com uma caverna embolorada. Além de todos os benefícios dos prédios sustentáveis e toda a forma de reciclagem possível, o condomínio sustentável de hoje em dia incorpora inúmeros elementos em sua infra-estrutura que os tornam extremamente aprazíveis para os seus moradores e invejados locais de moradias para quem visita um desses condomínios. Com uma economia média de trinta por cento nos custos das contas de água e de energia do condomínio e, em muitos casos, até das unidades habitacionais, esses condomínios se transformaram numa fonte irresistível de atração para compradores e grandes sucessos de vendas.Assim, inseridas num verdadeiro paraíso, as pessoas começam a tomar entendimento de que os “pequenos sacrifícios” a que podem estar submetidas nesses condomínios (como não fumar nas áreas públicas, preocupação constante com a utilização da água nos apartamentos, etc…) servem apenas para proporcionar os enormes benefícios que estarão a sua disposição; bem ali, em suas casas.Assim, ao determinar como tornar o condomínio sustentável sem ser obrigado a abrir mão do luxo e do conforto que os materiais de alta tecnologia e de grande apelo proporcionam, os arquitetos e engenheiros acabaram descobrindo um verdadeiro mapa da mina para o sucesso e para a construção de condomínios sustentáveis cada vez mais aprazíveis e mais disputados pela clientela que busca qualidade de vida e está disposta a pagar um pouco mais por isso.
Fonte:http://www.atitudessustentaveis.com.br/casa-e-decoracao/condominio-sustentavel-como-fazer/


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Técnicas Sustentáveis; Telhado Verde

O Que é telhado Verde?

Se a ideia é transformar o visual de sua casa, edifício,  ou escritório e ainda ajudar a deixar a sua cidade com uma paisagem um pouco mais verde, os telhados verdes merecem a sua atenção. Instalados em coberturas de residências, escritórios e qualquer outro tipo de construção, os telhados verdes permitem a  implantação de solo e vegetação em uma camada impermeabilizada sobre as construções.

Os custos desta aplicação  podem variar consideravelmente de acordo com o sistema adotado e a mão de obra disponível, mas já existem empresas que fabricam módulos que facilitam a implantação  e tornam a escolha mais viável.
Além da beleza, que tem tudo para agradar a você e também aos seus vizinhos, a baixa inércia térmica da terra e a água advinda dos vegetais da cobertura geram propriedades que melhoram a qualidade de vida do usuário dos ambientes abarcados pelo telhado verde –  e, também, de toda a cidade.

Os principias benefícios gerados  são:

-   Auxílio para  que a cidade a não esquente excessivamente e a não forme as chamadas Ilhas de Calor. O telhado verde não propaga calor como os sistemas de coberturas mais comuns, como a laje ou telhas convencionais;
-   O telhado verde absorve até 90% mais o calor que os sistemas convencionais, fazendo com que este não seja propagado para o interior da construção. Além de mais conforto, este fator  praticamente extingue a necessidade do uso de  ar condicionado;
-   As plantas produzem oxigênio, melhorando a qualidade do ar das proximidades;
-   O sistema também absorve os ruídos do entorno, servindo de isolamento acústico;
-   Ajuda, ainda, a reter a água da chuva de modo que esta não caia direto nas galerias urbanas. O processo de escoamento dos telhados verdes ajuda a retardar o caminho da agua, aliviando possíveis enchentes na região;
-  Regula a umidade do ar no entorno da edificação;
-  Promove o reequilíbrio ambiental, principalmente quando são  usadas plantas nativas – pode servir, ainda, de habitat para espécies de pássaros locais;
-  Cria  um agradável terraço para diversos tipos de usos.
A cobertura verde pode ser usada em construções com estruturas de metal, de concreto e de madeira. De acordo com o uso e o formato do telhado verde, ele pode ser montado de diferentes maneiras.

Os aspectos mais importante para serem levados em conta são:
 
- Resistência da estrutura;
- Impermeabilização;
- Camada de drenagem da agua de mais ou menos 7cm;
- Manta permeável protetora para que as raízes das plantas não danifiquem a estrutura;
- Camada de substrato de acordo com a vegetação desejada;
- Vegetação de acordo com a luz recebida e o uso do ambiente.


 Vegetação e manutenção
Plantas locais, mais resistentes e que exijam pouca rega e poda, podem facilitar a manutenção. No geral, coberturas verdes extensivas usam grama por conta da durabilidade. Normalmente a manutenção do telhado verde pode ser feita uma ou duas vezes por ano, dependendo do sistema aplicado. Os telhados verdes intensivos requerem maior manutenção.

 Esse vídeo que iremos apresentar agora, nos mostra na prática como e implantado um dos tipos de telhado verde

















Link:
 http://www.coisadeengenheiro.com/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde-veja-exemplos/

http://infraestruturaurbana.pini.com.br/solucoes-tecnicas/16/1-telhado-verde-cobertura-de-edificacoes-com-vegetacao-requer-260593-1.aspx

 http://www.ecoeficientes.com.br/o-que-e-e-como-fazer-um-telhado-verde/

 https://www.youtube.com/watch?v=ebE_4nm_Kt8

 Postado por: Asafe S. Suzart



quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Normas, Arquivos e Livros relacionados ao TCC

Normas:

NBR 9050 Acessibilidade a Edificações Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos;
NBR 5410 Instalações elétricas
NBR 5626 instalações predial de água fria
DECRETO Nº 7.746, DE 5 DE JUNHO DE 2012
Código de Obra - SP
Código Sanitário – São Paulo
.
Lei Federal nº 10.295/01: dispõe sobre a Política Nacional de Conservação
e Uso Racional de Energia, regulamentada pelo Decreto nº 4.059/01

. Lei Federal nº 9.433/97: institui a Política Nacional de Recursos Hídricos.


















Artigos
http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2013/08/Guia_de_Boas_Praticas_em_Sustentabilidade_CBIC_FDC.pdf http://catalogotecnico.fde.sp.gov.br/meu_site/AP%20Download/normas_hidraulica.pdf http://www.ceee.com.br/pportal/ceee/Component/Controller.aspx?CC=3333 http://www.condominiosverdes.com.br/mercado-da-construcao-sustentavel-em-debate-na-expo-gbc/
http://www.condominiosverdes.com.br/agua-saude-e-produtividade-destaques-do-ultimo-dia-da-6a-greenbuilding-brasil/ http://abr-casa.com.br/blog/residencia-sustentavel/category/hidraulica/ http://www.techoje.com.br/site/techoje/categoria/detalhe_artigo/1614 http://www.fau.usp.br/disciplinas/tfg/tfg_online/tr/112/a015.html http://www.pensamentoverde.com.br/arquitetura-verde/construcoes-sustentaveis-materiais-e-processos/ http://www.webartigos.com/artigos/crescimento-populacional-e-desenvolvimento-sustentavel/33266/
















Livros

· Ecohouse – Autor: Sue Roaf

· Casa sustentável – Autor: Heliomar Venâncio

· Manual do arquiteto descaço – Autor: Van Legen, Johan


Autor:Ygor Silva Paz

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Relatórios:

Construção de um Ginásio


Pontos Positivos
O grupo trouxe um objeto de estudo e e justificaram o por que da escolha do tema que seria para proporcionar para as crianças e jovens da região um local de recriação para os mesmos.

Pontos Negativos
Como se trata de uma construção onde já se tem algo construído o grupo irá encontrar uma barreira para o desenvolvimento do projeto.


Casa Popular
Pontos Positivos
O grupo pensou em ideias sustentáveis, viáveis e inovadoras para colocar na residencia do projeto deles.

Pontos Negativos
O grupo não expôs a sua ideia em contexto geral, deste modo a apresentação ficou um tanto vaga, pois só foi apresentado os itens sustentáveis da residencia, onde não colocaram o objetivo nem a justificativa para se fazer esse projeto.


SPA Urbano e Barbearia
Pontos Positivos
O grupo colocou a justificativa nos primeiros slides como foi solicitado pelo Orientador:Professor Elton
O tema do grupo é muito pertinente para o publico alvo escolhido,trouxeram estudo de caso o que é bom pois facilita o entendimento da intensão do projeto deles. O grupo falou sobre vantagens e desvantagens do método escolhido para o projeto.

Pontos Negativos
Os maiores problemas seria a mão de obra qualificada para execução da obra e a escolha de um terreno para esse tipo de obra.

Curso profissionalizante gratuito para adolescentes
Pontos Positivos
É um tema importante para a sociedade ainda mais para a área onde eles escolheram que é uma area carente de educação e formação de profissionais.
Trouxeram um estudo de caso para ilustrar melhor a ideia do grupo e colocaram as fontes das imagens como o Orientador: Professor Elton pediu.

Pontos Negativos
O grupo não apresentou o método construtivo o que deixou a apresentação um tanto vaga, pois deste modo não abranjeu a questão do projeto ter ser mais puxado para o lado da sustentabilidade que é o foco atualmente construções sustentáveis.



Autor: Ygor Silva Paz

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Apresentação do Tema do TCC

                      

A apresentação do tema do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) é algo que me desafiou,questionou,amedrontou, porém também foi algo que me incentivou,inspirou e me levou a melhorar.

O tema escolhido a princípio pelo grupo foi "Condomínio Sustentável com Método Construtivo a Seco" que foi algo que o grupo em si formado por Asafe S. Suzart, Gilmar B. Oliveira Francisco Roniero e Ygor S. Paz achou pertinente fazer, pois nós estávamos  buscando algo sustentável e inovador então juntamos as duas coisas e resultamos nisso que de primeira instância era algo brilhante, Porém durante a apresentação podemos notar que ainda tinha muita peça solta do quebra cabeça que deve ser encaixada.

Durante a apresentação o meu coração estava aflito, pois eu não sabia o que as pessoas iriam achar do tema em si, porém eu tinha que me esforçar o máximo para tentar não demonstrar o nervosismo e seguir em frente, durante a apresentação alguns erros do grupo em relação a fala e a apresentação dos slides foram ponderados pelo Orientador Professor Elton.

Quando enfim acabou a apresentação fiquei mais tranquilo e ai veio as perguntas dos colegas de classe, todas elas relacionadas ao método construtivo que foi um erro do nosso grupo também pois acabamos focando demais no método construtivo e assim esquecemos abordar o tema em si de uma forma mais ampla, erro tal que foi mencionado como uma critica construtiva do Orientador Professor Elton que nos deu uma direção em relação a escolha do tema.

Contudo com todos os erros e acertos gostei muito da experiencia, e com muito esforço e trabalhando duro em cima do que foi mencionado para melhorar e lapidar esse projeto cada dia mais e assim creio que possamos chegar em um resultado de produto final atrativo para todos.


Autor: Ygor Silva Paz

Apresentação do Tema do TCC

 Um momento de ansiedade e nervosismo, que é para muitos a tão esperada apresentação do tema do TCC, não tão esperado quanto a banca final mas um dos momentos importantes da jornada chamada "Trabalho de Conclusão de Curso".
 Apesar de alguns imprevistos no decorrer do dia, conseguimos ao longo da apresentação, expressar o nosso Tema conforme o grupo em si planejou, é claro que tivemos algumas falhas que precisam ser sanadas o quanto antes,entretanto uma experiência super gostosa,que traz uma certa adrenalina no decorrer da evolução da escolha do tema

 O grupo formado por Asafe S.Suzart, Gilmar B. Oliveira, Francisco Roniero e Ygor S. Paz, em comum acordo teve a ideia, baseada em pesquisas e sugestões ditas pelo Orientador Professor Elton, elaborarmos um tema que visa a integração de um condomínio sustentável, utilizando métodos construtivos  sustentáveis. Dai então chegamos a um tema que tem como nome "Condomínio Sustentável  - Com Métodos Construtivos a Seco".

Ao termino da apresentação houve perguntas relacionadas a método construtivo utilizado, mas em nenhum momento perguntas relacionadas ao tema escolhido pelo grupo, foram apresentadas pelo Orientador criticas construtivas, para que se atentassem quais tipos de perguntas foram expostas pelos colegas presentes na sala de aula? Perguntas referentes ao método. E isso ocorreu por um descuido nosso, tiramos um pouco do foco o tema, que era o objetivo central da apresentação.

No entanto tivemos uma boa apresentação, e um bom tema apresentado, resta agora juntarmos essas criticas e fazermos uma releitura de tudo quanto pesquisamos, para poder chegar com um Tema sólido e lapidado.


 
Autor: Asafe S. Suzart